ABC: 0 de 58BPI-S: 0 de 18
Brasão do Estado de Minas Gerais
GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS
SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE
SUPERINTENDÊNCIA DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA

ESCALA DE COMPORTAMENTO ATÍPICO – TRANSTORNO DO ESPECTRO DO AUTISMO (TEA)Aberrant Behavior Checklist (ABC) – versão comunitária

Identificação

1  NOME CIVIL DO(A) PACIENTE
    NOME SOCIAL DO(A) PACIENTE
2  SEXO
DATA DE NASCIMENTO
3  NOME DO AVALIADOR
4  RELAÇÃO COM O PACIENTE (MARQUE UMA ALTERNATIVA)
5  ONDE O PACIENTE FOI OBSERVADO
6  CASO ESTEJA NA ESCOLA, QUAL TIPO (MARQUE UMA ALTERNATIVA)
7  GRUPO ÉTNICO

8  Situação clínica do paciente

CondiçãoSIMNÃO

9  Medicamentos em uso atualmente

MEDICAMENTODOSAGEM

ESCALA DE COMPORTAMENTO ATÍPICO – CONTINUAÇÃO

INSTRUÇÕES:

A escala de sintomas ABC comunitária foi elaborada para ser usada em pacientes que vivem em comunidade. Por isso o termo paciente é usado para se referir à pessoa que está sendo avaliada, que pode ser uma criança em idade escolar, um adolescente ou um adulto.

Pontue o comportamento do paciente em relação às quatro últimas semanas. Para cada item decida se o comportamento é um problema e circule o número apropriado:

  • 0 = não é problema;
  • 1 = o comportamento é um problema, mas em grau leve;
  • 2 = o problema tem gravidade moderada;
  • 3 = o problema é grave.

Quando estiver julgando o comportamento do paciente, tenha em mente os seguintes pontos a seguir:

  1. Considere a frequência com que cada comportamento acontece de forma relativa. Por exemplo, se um paciente tem em média mais acessos de fúria do que a maioria de outros pacientes que você conhece, ou do que a maioria dos seus colegas de classe, a gravidade é provavelmente moderada (2) ou grave (3), mesmo que ocorra somente uma ou duas vezes por semana. Outros comportamentos, como desobediência, provavelmente precisam ocorrer com maior frequência para merecer a pontuação máxima.
  2. Considere a opinião de outros cuidadores do paciente, caso você tenha acesso a essa informação. Se o paciente tem problemas com outros, mas não com você, tente levar em conta a situação em geral.
  3. Tente considerar se um determinado comportamento interfere no desenvolvimento, funcionamento ou relacionamento dele/dela. Por exemplo, balançar o corpo ou retraimento social podem não perturbar outras crianças ou adultos, mas certamente atrapalha o funcionamento ou desenvolvimento individual.

Não se detenha muito tempo em cada item, sua primeira impressão geralmente é a correta.

NºComportamento0123

Resultado por subescala

SubescalaItensPontuação
Data de preenchimento
Assinatura
(Fonte: Aberrant Behavior Checklist – ABC Versão traduzida por Losapio et al, 2011 [129]. A escala ABC foi incluída neste Protocolo com a permissão de seus Autores et al, 1958 [73]). Resultado por subescala: apoio ao preenchimento, calculado pela chave de pontuação do instrumento.
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SUPERINTENDÊNCIA DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA

ESCALA DE AUTOAGRESSÃO E AGRESSÃO – TRANSTORNO DO ESPECTRO DO AUTISMO (TEA)Behavior Problems Inventory – Short Form (BPI-S)

Identificação

Nome civil do(a) paciente
Nome social do(a) paciente
Data de nascimento
Nome do avaliador

INSTRUÇÕES:

Nas páginas seguintes você encontrará definições gerais seguidas de descrições específicas de três tipos de problemas de comportamento: comportamentos de autoagressão (itens 1-15), comportamentos estereotipados (itens 16-40) e comportamentos agressivos ou destrutivos (itens 41-52).

Por favor, indique quais comportamentos você observou a pessoa nos últimos dois meses circulando o número no quadrado adequado para indicar: (a) com que frequência o comportamento descrito geralmente ocorre (frequência) e (b) quão problemático é este comportamento (severidade).

Se o comportamento não foi observado durante os últimos dois meses, escolha “nunca” (ou seja, número “0”).

Para obter a pontuação da subescala para esses três itens, some os valores numéricos dos quadrados selecionados, separadamente para as escalas de frequência e severidade.

Nesta versão digital, marque o número correspondente em cada linha. A severidade é liberada quando a frequência for diferente de “nunca”, e os totais são somados automaticamente.

NºComportamentoFREQUÊNCIASEVERIDADE
NuncaMensalSemanalDiáriaO tempo todoLeveModer.Grave
Data
Assinatura
© 2001, Johannes Rojahn. Escala reproduzida no PCDT do Comportamento Agressivo no TEA (Portaria Conjunta SAES/SCTIE/MS nº 7/2022). Os totais apoiam, e não substituem, a avaliação do médico e da análise técnica.